5. - Porquês da
luta pela restauração do Concelho de Vizela:
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A profunda identidade das gentes
do Vale do Vizela como povo com identidade bem vincada e vontade própria.
Tem mais de um século a luta deste povo. Símbolo dessa luta
é o «Castelo», magnífica construção
granítica em forma de castelo, construída há quase
um século a expensas de um ilustre vizelense e destinada a ser os
Paços do Concelho de Vizela. A luta pela libertação
autonómica tem-se transmitido de pais para filhos, de geração
em geração, com avanços e recuos, com promessas e
traições de políticos sem palavra.
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A unidade geográfica
e funcional do Vale do Vizela. As freguesias que constituirão
o Concelho de Vizela formam um vale com vida própria. De facto,
toda aquela gente é servida pelo mesmo Corpo de Bombeiros, usa o
mesmo mercado de Vizela, frequenta o seu comércio, trabalha nas
suas fábricas, etc., encontrando-se geograficamente de costas voltadas
e isolados por barreiras naturais dos concelhos de origem.
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Vizela preenche as exigências
da Lei Quadro de Criação de Municípios, tanto no que
diz respeito aos aspectos geodemográficos -total de eleitores e
área- como no capítulo dos equipamentos colectivos.
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A necessidade de decidir o
seu próprio destino. A gente de Vizela sabe, é capaz
e precisa de ser ela própria a decidir os seus destinos. A gente
de Vizela é laboriosa e criativa, com provas dadas em vários
domínios, nomeadamente no sector industrial. Negar-lhe a autonomia
administrativa é negar-lhe a cabal expressão dessas capacidades,
é atrofiar o seu futuro.
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A quem interessa o marasmo de
Vizela? Não é às suas gentes, certamente, nem é
ao País tão-pouco !
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